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Por Tom Coolidge e Tom DeWitte<\/STRONG><\/P><\/P>A gestão de dados GIS para serviços públicos de gás e dutos está se tornando cada vez mais importante. Com uma rede de tubos tipicamente geograficamente extensa, topologicamente complexa e enterrada no subsolo, o desempenho de muitas tarefas e fluxos de trabalho, em uma ampla gama de áreas funcionais e funções, necessariamente envolve software aplicativo operando sobre um modelo digital da rede de tubos e dos arredores pelos quais ela passa.<\/SPAN><\/P> <\/SPAN><\/P>Esses modelos são tão bons quanto os dados disponíveis para eles. O GIS da rede de tubos atual normalmente contém informações extensas e detalhadas sobre cada componente físico da rede, o que está acontecendo dentro dela, os arredores naturais e artificiais pelos quais a rede de tubos passa, e as atividades ocorrendo ao seu redor.<\/SPAN><\/P><\/P>Os modelos geralmente são construídos a partir desses dados de duas maneiras – dependendo se o objetivo examinado é "onde está localizado" ou "como está conectado." O referenciamento linear é o método de construção do modelo para o primeiro, modelagem de conectividade para o segundo. Embora ambos os métodos criem um modelo de rede, eles o fazem de maneiras diferentes.<\/SPAN><\/P> <\/SPAN><\/P>Antes da chegada da classe de feição centerline compartilhada com ArcGIS 10.8\/Pro 2.5<\/SPAN>, os modeladores de redes de tubos para satisfazer ambas as necessidades de modelagem tinham que criar e manter múltiplas representações digitais espelhadas da sua rede real de tubos. Uma delas era definida pelo referenciamento linear. Referenciamento linear é uma linguagem que expressa localizações de atributos e eventos do pipeline em termos de medições ao longo do pipeline, a partir de um ponto inicial definido. O modelo de rede no Pipeline Referencing é estabelecido pela sequência de medidas estritamente crescentes ou decrescentes em um trecho contínuo, ininterrupto e sem ramificações do tubo físico.<\/SPAN><\/P>
<\/SPAN><\/P><\/P>Outra era definida pela conectividade. Conectividade descreve o estado onde duas ou mais feições compartilham uma associação de conectividade, ou a coleção de feições são geometricamente coincidentes em um ponto final (ou no meio em um vértice), e existe uma regra de conectividade que suporta essa relação. Para aqueles para quem associações de conectividade é um termo novo, elas são usadas para modelar conectividade entre duas feições pontuais (Device ou Junction) que não são necessariamente geometricamente coincidentes. Um exemplo disso em um sistema de tubos é <\/SPAN>uma flange aparafusada a uma válvula. Não há componente do tubo entre a flange e a válvula no mundo físico. Agora com associações de conectividade <\/SPAN>no utility network<\/SPAN>,<\/SPAN> essa conectividade ponto a ponto pode ser corretamente modelada no mundo digital.<\/SPAN><\/SPAN><\/P>
<\/SPAN><\/SPAN><\/P><\/SPAN><\/P>Tradicionalmente, cada uma dessas formas era habilitada por um conjunto separado de dados<\/SPAN> – um para referenciamento linear e outro para modelagem de conectividade.<\/SPAN><\/SPAN><\/P> <\/SPAN><\/P>Múltiplos tipos de operadores gerenciam redes de tubos de gás natural ou líquidos perigosos e enfrentam o desafio da necessidade de criar e manter múltiplos modelos. Um tipo são as empresas integradas verticalmente de gás. Elas abrangem todo ou parte do caminho desde a cabeça do poço até o medidor do cliente e tipicamente operam uma rede integrada que inclui múltiplos subsistemas – por exemplo, subsistemas de transmissão e distribuição. Historicamente, esses subsistemas foram modelados separadamente.<\/SPAN><\/P> <\/SPAN><\/P>Os dutos de transmissão também enfrentam o mesmo desafio, não porque operem múltiplos subsistemas, mas porque a variedade do software aplicativo que seu GIS precisa suportar requer acesso a ambos os tipos de modelos.<\/SPAN><\/P> <\/SPAN><\/P>Além disso, todos os tipos de operadores estão buscando melhor interoperabilidade entre sistemas de software no nível empresarial. Eles também estão experimentando a convergência dos sistemas de tecnologia da informação e tecnologia operacional.<\/SPAN><\/P> <\/SPAN><\/P>Por todas essas razões, é necessária uma solução melhor para a necessidade de criar e manter múltiplos modelos digitais da rede real de tubos.<\/SPAN><\/SPAN><\/P>
A Solução: Unified Pipe Data Management
A visão da Esri para operadores de redes de tubos é criar uma única representação da rede inteira que reflita a rede real e possa suportar ambos os tipos de construção do modelo. Isso elimina as barreiras tradicionais entre subsistemas da indústria – por exemplo, entre subsistemas de transmissão e distribuição – que resultam em silos de dados. Uma única representação também permite aos usuários trabalhar com essa rede digital exatamente como fazem com a rede real. Referenciamento linear e modelagem de conectividade agora podem ser realizados na mesma representação única da rede. Chamamos essa nova capacidade de gestão dos dados como Unified Pipe Data Management.

A solução para empresas integradas verticalmente também é a solução para operadores independentes de dutos que, embora não operem múltiplos subsistemas da indústria, precisam dos dois tipos de modelos para satisfazer os requisitos dos dados dos diversos softwares aplicativos suportados pelo seu GIS.
Uma única representação da rede exige uma abordagem única na organização dos dados para armazenar todo o sistema – desde a cabeça do poço até o medidor – e suportar os requisitos do modelo informacional das extensões ArcGIS Utility Network Management e Pipeline Referencing. O Utility & Pipeline Data Model (UPDM) 2019<\/><\/> da Esri é um modelo template que fornece essa organização dos dados.
Aproveitamento das Duas Extensões Trabalhando na Mesma Geodatabase<\/><\/>
A capacidade das extensões Pipeline Referencing e ArcGIS Utility Network Management trabalharem não apenas na mesma geodatabase mas na mesma classe(es) feição dentro da geodatabase empresarial oferece benefícios importantes aos operadores da rede.
Primeiro, as duas extensões trazem avanços importantes na gestão essencial dos dados específicos da indústria para a tecnologia central da Esri.
Isso elimina a necessidade dos parceiros comerciais Esri preencherem lacunas nas capacidades e lhes permite estender ainda mais as capacidades focando em agregar valor ao uso dos dados.
Ao mesmo tempo, dá aos operadores a oportunidade para combinar softwares aplicativos baseados no ArcGIS provenientes dos múltiplos parceiros comerciais Esri.
Além disso, a capacidade das duas extensões trabalharem na mesma geodatabase simplifica o treinamento da equipe, proporciona melhor gestão dos tubos distribuidores sob alta pressão e melhora escalabilidade e desempenho para operadores com redes maiores.
Resumo<\/><\/>
Por décadas organizações responsáveis por redes tiveram que implementar múltiplos modelos armazenados em repositórios separados ou <\/SPAN> teve<\/SPAN> que se contentar com um método de gerenciamento de dados <\/SPAN>em detrimento do outro. Com o lançamento do ArcGIS 10.8\/Pro 2.5<\/SPAN>,<\/SPAN> uma única representação digital do sistema físico de tubulação pode ser criada e mantida<\/SPAN>. Isso reduz os custos de administração e suporte de TI ao <\/SPAN>permitir que sistemas de servidor e licenças de banco de dados sejam consolidados. Para <\/SPAN>editores de dados<\/SPAN>,<\/SPAN> o processo é simplificado ao fornecer uma experiência única de edição, independentemente de onde a edição ocorra no <\/SPAN>verticalmente<\/SPAN>-<\/SPAN>integrado sistema de tubulação. Para os usuários finais, usar os dados do sistema de tubulação é mais simples porque há apenas uma representação do <\/SPAN>sistema de tubulação<\/SPAN> para trabalhar.<\/SPAN> <\/SPAN><\/P> <\/SPAN><\/SPAN><\/P>Um é melhor que vários.<\/SPAN><\/SPAN><\/P><\/SPAN><\/P>POR FAVOR, NOTE: As postagens neste site são nossas e não representam necessariamente a posição, estratégias ou opiniões da Esri.<\/EM><\/SPAN><\/SPAN><\/P><\/BODY><\/HTML>