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Estamos indo em uma jornada até o fundo do mar, mas a verdadeira mensagem aqui é a capacidade do ArcGIS Data Interoperability de alcançar a web (ou qualquer lugar) e obter dados de feição e mídia em uma classe de feição de geodatabase com anexos sem precisar programar. Bem, só um pouquinho, mas você não precisa se preocupar com os detalhes como um programador.<\/P>
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Um colega me procurou perguntando se o ArcGIS Data Interoperability poderia reunir dados CSV de posição e tempo das missões de um submersível e conteúdo de mídia relacionado e colocar tudo isso no geodatabase. Em produção, todas as fontes de dados estarão na web. Sem problema. Data Interoperability não é apenas sobre formatos e transformações, também é sobre integrações, e construí-las sem codificação.<\/P>
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Python entra em cena como uma etapa final que evita muito trabalho complicado de ETL. A combinação de uma ferramenta ETL e um pouco de ArcPy é um enorme multiplicador de produtividade para todos vocês operadores por aí. Explore o post para ver como as fontes CSV e mídia são reunidas - muito simplesmente - abaixo está todo o 'programa':<\/P>
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ArcGIS Data Interoperability tem um ótimo 'ponto de venda', ou seja, você pode evitar fluxos de trabalho codificados e usar o paradigma visual de programação do Workbench para levar dados do ponto A ao B no formato que desejar. Eu frequentemente mostro aos colegas como resolver problemas de integração eficientemente com Data Interoperability e é sempre gratificante vê-los 'entender' que os desafios não precisam ser enfrentados com código.<\/P>
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O que estamos evitando é a codificação em baixo nível.<\/STRONG> As ferramentas de geoprocessamento do ArcGIS são acessíveis como funções Python; usar ferramentas de geoprocessamento dessa forma é apenas uma invocação via linha de comando do que você tem acesso no painel Geoprocessing e na galeria da faixa Analysis, entre outros. Se isso é novidade para você, dê uma olhada e execute a ferramenta Get Count<\/STRONG> primeiro da caixa de ferramentas do sistema e depois use o resultado na janela Python.<\/P><\/P>Aqui está a experiência da ferramenta:<\/P><\/P>
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<\/P><\/P>Agora no painel Catalog na visualização History, clique com o botão direito no resultado e envie para a janela Python:<\/P><\/P>
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<\/P><\/P>Você verá a expressão Python equivalente à ferramenta:<\/P><\/P>
<\/P><\/P>Note que eu não escrevi nenhum código...<\/STRONG><\/P><\/P>Para onde quero chegar com isso? Os conceitos do ArcGIS Data Interoperability diferem um pouco do geoprocessamento básico porque os parâmetros<\EM> <\STRONG>de entrada e saída tendem a ser workspaces pai e não tipos de feição ou tabelas dentro deles. Você frequentemente escreve para geodatabases por exemplo, nesse caso o parâmetro de saída da ferramenta ETL é o geodatabase<\EM>, não as classes de feição e tabelas em si, embora estas sejam configuradas na ferramenta ETL.<\/P><\/>\nE se você precisar fazer algo antes, durante ou depois do seu processo ETL para o qual existe uma poderosa ferramenta de geoprocessamento ArcGIS disponível mas que seria realmente difícil fazer no Workbench?<\/>\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n